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As palavras são de António Pedro Ribeiro, na Brasileira de Braga, numa casa cheia, saboreando o "Café Paraíso" e partilhando poemas de café com amigos: "Faço declarações de amor a Braga e à Brasileira. Sou o poeta da Brasileira e do Piolho. (...) A cidade está viva e eu também."— com António Pedro Ribeiro, Ângela Berlinde, Pedro Barros e Catarina Rocha.
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