sábado, 31 de outubro de 2009
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
LIBERDADE

Vim ao mundo gratuitamente
não tenho de pagar o que como
nem o que bebo
não tenho de pagar
a ponta de um corno pela vida
nem tenho de trabalhar
para pagar o que como
e o que bebo
não tenho de me sacrificar
por coisa nenhuma
a vida é livre e gratuita
só faço o que quero
o que me dá na real gana
e é isto que vos tinha a dizer.
A. Pedro Ribeiro
FRATERNIDADE

Ao Joaquim Castro Caldas
Ao Jaime Lousa
Ao Sebastião Alba
Mais um dia
mais um café
escrever é o meu ofício
e escrevo com o meu próprio sangue
acredito nas minhas palavras
acredito nas minhas palavras, ouviste?
Tenho convicções
não abdico delas
já tive as minhas desilusões políticas
já não tenho aquelas certezas
mas continuo a ter convicções
acredito no homem
acredito no homem enquanto criador
apesar de tudo
apesar da rapina e da competição
acredito também no amor
no amor que une a mãe à criança
no amor que não se paga
no amor livre e gratuito
no amor infinito
no amor
sim, no amor
apesar de estar com a raiva toda
falo do amor
o amor é uma espécie de divindade
o amor é um gajo esfarrapado,
como dizia Sócrates,
um gajo teso que caminha pela cidade
sem ter onde dormir
um gajo sábio sem eira nem beira
como o Jaime e como o Alba
o gajo que te dirige a palavra
e te quer
que apanha bebedeiras
e cospe poemas
como o Joaquim
que é terno sem deixar de ser narciso
que tira o som ao primeiro-ministro
que pergunta pela tua loucura
que te saúda na rua
que diz que a tua performance foi brilhante
é isso o amor
a fraternidade
o encontro dos criadores
e fica para sempre.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
UM POETA NO SAPATO
Quintas de Leitura prometem 40 minutos de poemas incendiários
«Um poeta no sapato» é o título da próxima Quinta de Leitura, que promete «quarenta minutos de poemas incendiários, eivados de amor e humor de todas as cores«, disse hoje à Lusa fonte da organização.
A sessão realiza-se dia 29, no Teatro Campo Alegre, no Porto, com os poetas Daniel Jonas, Nuno Moura, A. Pedro Ribeiro e João Rios, que o programador, João Gesta, qualifica como «quatro vozes fulgentes, irreverentes, alucinantes da poesia portuguesa contemporânea».
Entre os poemas programados para a sessão está a «Declaração de amor ao primeiro-ministro», por A. Pedro Ribeiro, em que o poeta diz que: «Estou apaixonado pelo primeiro-ministro/Quero vê-lo num filme porno (...).»
Diário Digital / Lusa
«Um poeta no sapato» é o título da próxima Quinta de Leitura, que promete «quarenta minutos de poemas incendiários, eivados de amor e humor de todas as cores«, disse hoje à Lusa fonte da organização.
A sessão realiza-se dia 29, no Teatro Campo Alegre, no Porto, com os poetas Daniel Jonas, Nuno Moura, A. Pedro Ribeiro e João Rios, que o programador, João Gesta, qualifica como «quatro vozes fulgentes, irreverentes, alucinantes da poesia portuguesa contemporânea».
Entre os poemas programados para a sessão está a «Declaração de amor ao primeiro-ministro», por A. Pedro Ribeiro, em que o poeta diz que: «Estou apaixonado pelo primeiro-ministro/Quero vê-lo num filme porno (...).»
Diário Digital / Lusa
quarta-feira, 28 de outubro de 2009

São seis da manhã. Não consigo dormir. Tomei uma pastilha e meia e não tenho sono. Ontem também dormi a tarde toda. Agora sinto-me activo. Preocupado com o espectáculo de quinta. Afinal, só recebo depois do dia 15. O que não deixa de ter o seu lado bom. Pode ser que assim controle nos gastos, o que não tem acontecido. Vou dizer cinco poemas: "Poema à Gaja da Mesa do Fundo", "Declaração de Amor ao Primeiro-Ministro", "O Poeta e as Gajas Boas", "O Hino ao Bêbado" e "Se me Pagares uma cerveja Estás a Financiar a Revolução". Em princípio é uma boa escolha.
Estou cheio de speed e falta aqui o Rocha. O Rocha desapareceu de vez. Coitado do Rocha! Sempre sozinho. É tempo de começar a pensar no "Um Poeta no Piolho", que vai ser apresentado no "Piolho" em Dezembro. Integrado no centenário. E já, agora, no livro seguinte: "Fora da Lei" ou "Da Merda até Deus". Muita actividade.
OLHA A BOLSA A CAIR
PSI-20 recuou 0,39 por cento
Bolsa de Lisboa fecha em baixa
27.10.2009 - 17h12
Por Lusa, PÚBLICO
A bolsa portuguesa fechou hoje em baixa, com o seu principal índice – o PSI-20 – a recuar 0,39 por cento para 8.486,06 pontos, numa Europa mista.
Das 20 acções que compõem o índice de referência, 14 encerraram no vermelho e seis encerraram em alta, numa sessão em que mudaram de mãos 66,9 milhões de títulos, num valor de 146,8 milhões de euros.
A liderar as subidas estiveram a Jerónimo Martins, que avançou 1,90 por cento para 5,98 euros, e PT, que avançou 1,55 por cento para 7,82 euros.
Pela negativa, destaque para a Sonae Indústria, que recuou 3,08 por cento para 2,54 euros, e para o BCP, que perdeu 2,50 por cento para 0,97 euros.
A pressionar o PSI 20 para terreno negativo esteve o sector financeiro, com os títulos das três cotadas do sector a registarem desvalorizações superiores a 2 por cento.
O BCP cedeu 2,50 por cento para 0,97 euros, seguido pelo BES, que desvalorizou 2,21 por cento para 5,08 no dia em que divulga os resultados dos primeiros nove meses do ano, e pelo BPI, que perdeu 1,94 por cento para 2,32 euros.
O peso-pesado PT esteve a travar maiores perdas, registando uma subida de 1,55 por cento para 7,82 euros, um dia depois de ter feito uma emissão de 750 milhões de euros em obrigações.
Ainda nas telecomunicações, a ZON cedeu 1,78 por cento para 4,41 euros e a Sonaecom desvalorizou 1,57 por cento para 1,99 euros.
Na Europa, as bolsas encerraram mistas, com Paris a perder e Frankfurt, Madrid e Londres a registarem valorizações.
O índice Euronext 100 caiu 0,25 por cento para 653,54 pontos, enquanto o índice DJ Stoxx 50 avançou 0,93 por cento para 2.468,12 pontos.
Bolsa de Lisboa fecha em baixa
27.10.2009 - 17h12
Por Lusa, PÚBLICO
A bolsa portuguesa fechou hoje em baixa, com o seu principal índice – o PSI-20 – a recuar 0,39 por cento para 8.486,06 pontos, numa Europa mista.
Das 20 acções que compõem o índice de referência, 14 encerraram no vermelho e seis encerraram em alta, numa sessão em que mudaram de mãos 66,9 milhões de títulos, num valor de 146,8 milhões de euros.
A liderar as subidas estiveram a Jerónimo Martins, que avançou 1,90 por cento para 5,98 euros, e PT, que avançou 1,55 por cento para 7,82 euros.
Pela negativa, destaque para a Sonae Indústria, que recuou 3,08 por cento para 2,54 euros, e para o BCP, que perdeu 2,50 por cento para 0,97 euros.
A pressionar o PSI 20 para terreno negativo esteve o sector financeiro, com os títulos das três cotadas do sector a registarem desvalorizações superiores a 2 por cento.
O BCP cedeu 2,50 por cento para 0,97 euros, seguido pelo BES, que desvalorizou 2,21 por cento para 5,08 no dia em que divulga os resultados dos primeiros nove meses do ano, e pelo BPI, que perdeu 1,94 por cento para 2,32 euros.
O peso-pesado PT esteve a travar maiores perdas, registando uma subida de 1,55 por cento para 7,82 euros, um dia depois de ter feito uma emissão de 750 milhões de euros em obrigações.
Ainda nas telecomunicações, a ZON cedeu 1,78 por cento para 4,41 euros e a Sonaecom desvalorizou 1,57 por cento para 1,99 euros.
Na Europa, as bolsas encerraram mistas, com Paris a perder e Frankfurt, Madrid e Londres a registarem valorizações.
O índice Euronext 100 caiu 0,25 por cento para 653,54 pontos, enquanto o índice DJ Stoxx 50 avançou 0,93 por cento para 2.468,12 pontos.
A GLÓRIA É UMA GAJA FODIDA
Estou nervoso. Quinta é o grande dia. A Glória é uma gaja fodida. Só se dá de vez em quando. Nunca sei o que esperar do público. Uns manifestam-se entusiasticamente, outros parecem indiferentes. Nunca sei com o que contar. É este o encanto de estar em palco. É este o encanto de entrar ou não a matar.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
UM POETA NO SAPATO NO CAMPO ALEGRE

Eles são quatro vozes fulgentes, irreverentes, alucipantes, da poesia portuguesa contemporânea: António Pedro Ribeiro, Daniel Jonas, João Rios e Nuno Moura. A actriz Adriana Faria ajuda à festa e o artista plástico Mário Vitória dá imagem à sessão. Mônica Coteriano & Pedro Gonçalves (Dead Combo) contam-nos "The Story of My Life". Uma imperdível performance baseada na história da violoncelista Guilhermina Suggia. Fecham a noite os "Moliquentos". Concerto com Tânia Carvalho (voz e piano), Bruna Carvalho (bateria) e Zeca Iglésias (baixo eléctrico).
Quinta, 29, no Teatro Campo Alegre no Porto pelas 22,00 h.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Bebi até fartar nestes dias. Ontem até passei o dia na cama. Só me levantava para comer. O que está a dar é escrever sobre Deus ou Alá. Vou ter de me debruçar sobre esses temas. Aqui no "Vip" hoje não se passa nada. Só um gajo a olhar para "O Jogo". Beber, às vezes é a única forma de um gajo se sentir em cima. Na quinta conto ganhar 400 euros. Não é mau. Espero não gastá-lo em dois tempos. Como tem acontecido ultimamente. Até me sinto um deus. Espero que, daqui a bocado, o Benfica ganhe para me sentir melhor. E que dê quatro ou cinco de preferência.
QUATRO POEMAS DE "SALOON"

A. PEDRO RIBEIRO
RUA
A rua é sempre a mesma
Acima abaixo abaixo acima
Entras nas casas nos bares
Nas camas
Falas
Calas
Encontras este e aquela
Entras neste e naquela
Fornicas a solidão
Facas guerras guitarras
Ilhas descobertas
A coisa arde queima
Cais
Levantas-te
E depois sais
Como se fosse nada
É sempre a mesma rua
O mesmo copo
A mesma canção
E tu gostas.
x-x
SALOON
Todos os loucos desaguam à minha mesa.
O revisor da CP com dúvidas metafísicas
- sabe, estive a pensar como seria o mundo de pernas para o
ar-
o bisneto do escultor
- você é jornalista, faça-me uma entrevista.
As amigas acariciam-se nas bochechas
o filme recua dez anos
matilha que reconhece o totem
Bombos da corte
barbas pontiagudas
rússia imperial
Bazar do czar
Saloon
cavalos à porta
cowboys punks urinóis
chuta, chavalo
x-x
COLT 45
A pele a lata
O poema que se oferece
Em flor
A pose do assassino
Que controla
E o saloon é teu
A cidade é tua
Gingando de pistola
No coldre
Colt 45
x-x
LIKE A ROLLING STONE
Controlada
Abandonada à beira rádio
Perdes o controle e falas
Perdes o controle e calas
E o mundo vira lá fora
E o amigo é inimigo
E já não somos crianças
E meio mundo fode outro meio
E já não há pontos de apoio
Já não há palavras fáceis
E nenhuma das fórmulas gastas serve
E tu corres gemes choras
e eu observo
e amo-te
Quando tudo desaba
E o cigarro morre na boca.
(poemas de A. Pedro Ribeiro)
sábado, 24 de outubro de 2009
POIS, POIS, Ó SÓCRATES!
Dados do IEFP
Total de desempregados cresceu 29,1 por cento em Setembro
23.10.2009 - 17h14
Por Lusa
Adriano Miranda
Os últimos dados sobre desemprego foram divulgados hoje
O número de desempregados inscritos nos centros de emprego subiu 29,1 por cento em Setembro em relação ao mesmo mês do ano passado e aumentou 1,7 por cento face a Agosto, segundo os dados hoje divulgados pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).
No final de Setembro, encontravam-se inscritos nos Centros de Emprego do Continente e das Regiões Autónomas 510.356 desempregados, mais 115.113 indivíduos do que há um ano atrás. Face a Agosto, o aumento foi de 1,7 por cento, o que representa um acréscimo de 8.693 inscritos. Para o aumento homólogo do número de desempregados inscritos - uma tendência que se mantém desde Outubro de 2008 - contribuíram sobretudo as subidas do desemprego entre os homens (mais 46,2 por cento).
Em termos etários, o desemprego tanto subiu entre os jovens (mais 29,2 por cento por cento) como entre os adultos (mais 29,1 por cento).
A procura de um novo emprego - que justificou em Setembro o registo de 91,7 por cento dos desempregados - aumentou 30,9 por cento face ao mês homólogo de 2008, enquanto a procura do primeiro emprego subiu 12,2 por cento.
De acordo com a análise dos técnicos do IEFP, todos os níveis de habilitação escolar apresentaram mais desempregados do que há um ano, mas os aumentos percentuais mais elevados verificaram-se nos 2º e 3º ciclo do ensino básico e no secundário, com uma subida de 35,9 por cento, e de 32,4 por cento e 36,9 por cento, respectivamente.
O aumento do desemprego foi mais acentuado nas situações de curta duração pois os registados há menos de um ano tiveram um aumento de 40,6 por cento em termos homólogos.
O aumento do desemprego fez-se sentir nos diferentes ramos de actividade económica, destacando-se, com os mais acentuados acréscimos percentuais, a subida de 71 por cento no sector da construção e de 58,9 por cento na indústria da madeira e da cortiça.
Em termos profissionais, comparativamente ao mesmo mês do ano anterior, o mais acentuado aumento do desemprego verificou-se no grupo “operários e trabalhadores similares da indústria extractiva e construção civil”, com mais 88,8 por cento, refere o IEFP.
O número de inscritos devido ao “fim de trabalho não permanente” - que, de acordo com o IEFP, é o principal motivo de inscrição de desempregados - representou 42,4 por cento das inscrições efectuadas em Setembro nos centros de emprego do Continente.
Total de desempregados cresceu 29,1 por cento em Setembro
23.10.2009 - 17h14
Por Lusa
Adriano Miranda
Os últimos dados sobre desemprego foram divulgados hoje
O número de desempregados inscritos nos centros de emprego subiu 29,1 por cento em Setembro em relação ao mesmo mês do ano passado e aumentou 1,7 por cento face a Agosto, segundo os dados hoje divulgados pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).
No final de Setembro, encontravam-se inscritos nos Centros de Emprego do Continente e das Regiões Autónomas 510.356 desempregados, mais 115.113 indivíduos do que há um ano atrás. Face a Agosto, o aumento foi de 1,7 por cento, o que representa um acréscimo de 8.693 inscritos. Para o aumento homólogo do número de desempregados inscritos - uma tendência que se mantém desde Outubro de 2008 - contribuíram sobretudo as subidas do desemprego entre os homens (mais 46,2 por cento).
Em termos etários, o desemprego tanto subiu entre os jovens (mais 29,2 por cento por cento) como entre os adultos (mais 29,1 por cento).
A procura de um novo emprego - que justificou em Setembro o registo de 91,7 por cento dos desempregados - aumentou 30,9 por cento face ao mês homólogo de 2008, enquanto a procura do primeiro emprego subiu 12,2 por cento.
De acordo com a análise dos técnicos do IEFP, todos os níveis de habilitação escolar apresentaram mais desempregados do que há um ano, mas os aumentos percentuais mais elevados verificaram-se nos 2º e 3º ciclo do ensino básico e no secundário, com uma subida de 35,9 por cento, e de 32,4 por cento e 36,9 por cento, respectivamente.
O aumento do desemprego foi mais acentuado nas situações de curta duração pois os registados há menos de um ano tiveram um aumento de 40,6 por cento em termos homólogos.
O aumento do desemprego fez-se sentir nos diferentes ramos de actividade económica, destacando-se, com os mais acentuados acréscimos percentuais, a subida de 71 por cento no sector da construção e de 58,9 por cento na indústria da madeira e da cortiça.
Em termos profissionais, comparativamente ao mesmo mês do ano anterior, o mais acentuado aumento do desemprego verificou-se no grupo “operários e trabalhadores similares da indústria extractiva e construção civil”, com mais 88,8 por cento, refere o IEFP.
O número de inscritos devido ao “fim de trabalho não permanente” - que, de acordo com o IEFP, é o principal motivo de inscrição de desempregados - representou 42,4 por cento das inscrições efectuadas em Setembro nos centros de emprego do Continente.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
QUEIMAI O DINHEIRO NA BIBLIOTECA DE VILA DO CONDE
Hoje, sexta, dia 23, às 21,30, "Queimai o Dinheiro" (Corpos Editora) é apresentado na Biblioteca José Régio em Vila do Conde. A apresentação do livro está a cargo de valter hugo mãe.
«"Queimai o Dinheiro" fala da sociedade contemporânea onde o dinheiro se elevou à condição de deus, onde o mercado e a economia tudo condicionam e convertem numa paisagem de servilismo e de morte, onde o homem não pode ser livre. "Queimai o Dinheiro" é uma crítica mordaz ao império do rebanho e dos economistas, daí o "Manifesto Contra os Economistas", daí os apelos à revolução e à anarquia. "Queimai o Dinheiro" fala também das mulheres, do sexo que espreita, das peregrinações nocturnas do poeta e de uma vida alternativa ao tédio e à rotina do capitalismo.»
in http://tripnaarcada.blogspot.com/2009/03/queimai-o-dinheiro_28.html
«"Queimai o Dinheiro" fala da sociedade contemporânea onde o dinheiro se elevou à condição de deus, onde o mercado e a economia tudo condicionam e convertem numa paisagem de servilismo e de morte, onde o homem não pode ser livre. "Queimai o Dinheiro" é uma crítica mordaz ao império do rebanho e dos economistas, daí o "Manifesto Contra os Economistas", daí os apelos à revolução e à anarquia. "Queimai o Dinheiro" fala também das mulheres, do sexo que espreita, das peregrinações nocturnas do poeta e de uma vida alternativa ao tédio e à rotina do capitalismo.»
in http://tripnaarcada.blogspot.com/2009/03/queimai-o-dinheiro_28.html
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
POEMA DE DESCONHECIDO
29.4.05
Poema de desconhecido...
Neste Portugal imenso
Quando chega o verão,
Não há um ser humano
Que não fique com tesão.
É uma terra danada,
Um paraíso perdido.
Onde todo mundo fode,
Onde todo mundo é fodido.
Fodem moscas e mosquitos,
Fodem aranhas e escorpiões,
Fodem pulgas e carrapatos,
Fodem as empregadas com os patrões.
Os brancos fodem os negros
Com grande consentimento,
Certos 'amigos' fodem as noivas
Até quase à hora do casamento.
General fode o Ministro,
A Autarca a ordem de prisão.
E os gajos da Assembleia da República
Vivem fodendo a nação.
Os freis fodem as freiras,
O padre fode o sacristão,
Até na seita do crente
O pastor fode o irmão.
Todos fodem neste mundo
Num capricho que alivia.
E os danados dos VIP'S
Fodem os putos da Casa Pia.
Parece que a natureza
Vem-nos a todos dizer,
Que vivemos neste mundo
Somente para foder.
E você, meu nobre amigo
Que agora se está a entreter,
Se não gostou da poesia
Levante-se e vá-se foder!!!
Publicada por Sandro em 10:51 AM
Poema de desconhecido...
Neste Portugal imenso
Quando chega o verão,
Não há um ser humano
Que não fique com tesão.
É uma terra danada,
Um paraíso perdido.
Onde todo mundo fode,
Onde todo mundo é fodido.
Fodem moscas e mosquitos,
Fodem aranhas e escorpiões,
Fodem pulgas e carrapatos,
Fodem as empregadas com os patrões.
Os brancos fodem os negros
Com grande consentimento,
Certos 'amigos' fodem as noivas
Até quase à hora do casamento.
General fode o Ministro,
A Autarca a ordem de prisão.
E os gajos da Assembleia da República
Vivem fodendo a nação.
Os freis fodem as freiras,
O padre fode o sacristão,
Até na seita do crente
O pastor fode o irmão.
Todos fodem neste mundo
Num capricho que alivia.
E os danados dos VIP'S
Fodem os putos da Casa Pia.
Parece que a natureza
Vem-nos a todos dizer,
Que vivemos neste mundo
Somente para foder.
E você, meu nobre amigo
Que agora se está a entreter,
Se não gostou da poesia
Levante-se e vá-se foder!!!
Publicada por Sandro em 10:51 AM
UM POETA NO SAPATO
Literatura: Quintas de Leitura prometem "quarenta minutos de poemas incendiários"
Porto, 21 Out (Lusa) - "Um poeta no sapato" é o título da próxima Quinta de Leitura, que promete "quarenta minutos de poemas incendiários, eivados de amor e humor de todas as cores", disse hoje à Lusa fonte da organização.
Lusa
17:52 Quarta-feira, 21 de Out de 2009
Porto, 21 Out (Lusa) - "Um poeta no sapato" é o título da próxima Quinta de Leitura, que promete "quarenta minutos de poemas incendiários, eivados de amor e humor de todas as cores", disse hoje à Lusa fonte da organização.
A sessão realiza-se dia 29, no Teatro Campo Alegre, no Porto, com os poetas Daniel Jonas, Nuno Moura, A. Pedro Ribeiro e João Rios, que o programador, João Gesta, qualifica como "quatro vozes fulgentes, irreverentes, alucinantes da poesia portuguesa contemporânea".
Entre os poemas programados para a sessão está a "Declaração de amor ao primeiro-ministro", por A. Pedro Ribeiro, em que o poeta diz que: "Estou apaixonado pelo primeiro-ministro/Quero vê-lo num filme porno (...)."
in VISÃO http://aeiou.visao.pt
Porto, 21 Out (Lusa) - "Um poeta no sapato" é o título da próxima Quinta de Leitura, que promete "quarenta minutos de poemas incendiários, eivados de amor e humor de todas as cores", disse hoje à Lusa fonte da organização.
Lusa
17:52 Quarta-feira, 21 de Out de 2009
Porto, 21 Out (Lusa) - "Um poeta no sapato" é o título da próxima Quinta de Leitura, que promete "quarenta minutos de poemas incendiários, eivados de amor e humor de todas as cores", disse hoje à Lusa fonte da organização.
A sessão realiza-se dia 29, no Teatro Campo Alegre, no Porto, com os poetas Daniel Jonas, Nuno Moura, A. Pedro Ribeiro e João Rios, que o programador, João Gesta, qualifica como "quatro vozes fulgentes, irreverentes, alucinantes da poesia portuguesa contemporânea".
Entre os poemas programados para a sessão está a "Declaração de amor ao primeiro-ministro", por A. Pedro Ribeiro, em que o poeta diz que: "Estou apaixonado pelo primeiro-ministro/Quero vê-lo num filme porno (...)."
in VISÃO http://aeiou.visao.pt
Subscrever:
Mensagens (Atom)


